
Hoje quero contar a história da Aline, que foi para Bray com o meu auxílio. Em um belo dia ela me escreveu perguntando sobre minha vida em Bray, assim como muitos de vocês me escrevem. Sugeri para ela que eu poderia fazer a ponte com a escola. Quando a Aline embarcou em janeiro fiquei com o coração na mão, esperando que tudo fosse conforme combinamos.

Sobre a questão de trabalho, digo o seguinte: quem realmente quer trabalhar encontra uma colocação. Mas tem que ter muita força de vontade e correr atrás. O “deixar para amanhã” não funciona por aqui. Conheço um grupo de cinco meninas que chegou há mais de um mês aqui em Bray. Depois desse período, três estão trabalhando (como au pair) e duas ainda estão procurando.

…elas estavam caminhando na rua ao lado da Penny’s (que fica na O’Connell street) e um grupo de adolescentes, quatro meninos e uma menina, as atacou. Diziam o tempo todo “Give me that! Give me that!”, se referindo às sacolas que elas tinha nas mãos. Uma das minhas amigas foi derrubada no chão…

Esse post é uma sugestão da Alana que está vindo para Irlanda e sempre deixa comentários aqui no Dossiê.
Quando vim para Bray optei em ficar no hostel da escola (Language College Ireland) porque a localização é ótima e, se não me engano, é o único hostel da cidade. Um gaúcho que estava ficando no hostel me avisou que era apertado e não tinha guarda roupa nos quartos, tanto masculino quanto feminino. Mas decidi ficar lá pela boa localização.
![]()
Aqui as duas operadoras mais usadas são a Vodafone e a O2. Para comprar, basta chegar numa dessas lojas e pedir um “SIM CARD”, que nada mais é que o chip. Ele será de graça se na hora você colocar 20 euros em créditos. Esse valor vai garantir que durante um mês você fale e mande sms de graça para os telefones da operadora que escolher. Isso tudo para o plano pré-pago.
No final de semana passado, eu e mais quatro brasileiros resolvemos fazer um piquenique na praia em Bray. Aproveitei para gravar um vídeo sobre alguns pontos turísticos que a cidade oferece. Bray é uma cidade costeira localiza no condado de Wicklow, a cerca de 40 minutos de Dublin.
![]()
No mês passado (março) a gaúcha Maruá, que mora em Bray, fez 18 anos. Aqui o registro de alguns momentos da festa.
Acredito que, assim como eu, há centenas de brasileiros e brasileiras com histórias incríveis e dicas mágicas de como sobreviver nesta terra dos leprechauns. É por isso que a partir de hoje você vai assistir aqui no Dossiê irlanda depoimentos de gaúchos, baianos, cearenses, paulistas, cariocas… A diversidade cultural entre os brasileiros de Bray é grande. Na estreia, o depoimento da Daisy Salles, de Brasília, que está há seis meses aqui em Bray.