
No mês de março a Maristela e o Thanius partiram em busca de um sonho: estudar e trabalhar na Irlanda. Foram meses de pesquisa e preparação. Eu tive o prazer de ajudá-los em todas as etapas desse intercâmbio.
Lembro muito bem da Maristela sempre preocupada com todos os detalhes. Ela é tão cuidadosa que fez 2 seguros saúde. Trocamos dezenas de e-mails, desde o primeiro contato, através do Dossiê, até há poucas semanas. E vamos continuar trocando, pois faço questão de saber notícias de todos que encaminho para essa jornada. Com a Maristela e o Thanius não foi diferente. Fiquei super emocionada com os últimos depoimentos.

Sobre a questão de trabalho, digo o seguinte: quem realmente quer trabalhar encontra uma colocação. Mas tem que ter muita força de vontade e correr atrás. O “deixar para amanhã” não funciona por aqui. Conheço um grupo de cinco meninas que chegou há mais de um mês aqui em Bray. Depois desse período, três estão trabalhando (como au pair) e duas ainda estão procurando.

Esse post é uma sugestão da Alana que está vindo para Irlanda e sempre deixa comentários aqui no Dossiê.
Quando vim para Bray optei em ficar no hostel da escola (Language College Ireland) porque a localização é ótima e, se não me engano, é o único hostel da cidade. Um gaúcho que estava ficando no hostel me avisou que era apertado e não tinha guarda roupa nos quartos, tanto masculino quanto feminino. Mas decidi ficar lá pela boa localização.
No final de semana passado, eu e mais quatro brasileiros resolvemos fazer um piquenique na praia em Bray. Aproveitei para gravar um vídeo sobre alguns pontos turísticos que a cidade oferece. Bray é uma cidade costeira localiza no condado de Wicklow, a cerca de 40 minutos de Dublin.
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No mês passado (março) a gaúcha Maruá, que mora em Bray, fez 18 anos. Aqui o registro de alguns momentos da festa.

Sei que muitos se perguntam: Vou conseguir trabalho? A crise afeta os estrangeiros? A Irlanda está, sim, em crise. Mas o pior já passou. A União Europeia transferiu muito dinheiro para a Irlanda na esperança que o país melhorasse, criasse oportunidades de emprego, educação e tudo mais. Acontece que parte desse dinheiro foi usado para outros fins, o que fez a UE parar com as transferências. Brasileiros que estão aqui há mais de cinco anos dizem: “Aqui a gente encontrava dinheiro na rua”.
Acredito que, assim como eu, há centenas de brasileiros e brasileiras com histórias incríveis e dicas mágicas de como sobreviver nesta terra dos leprechauns. É por isso que a partir de hoje você vai assistir aqui no Dossiê irlanda depoimentos de gaúchos, baianos, cearenses, paulistas, cariocas… A diversidade cultural entre os brasileiros de Bray é grande. Na estreia, o depoimento da Daisy Salles, de Brasília, que está há seis meses aqui em Bray.

Esse lugar é tão lindo que resolvi visitar novamente domingo passado.
Abaixo mais fotos. Espero que gostem.