
Hoje quero contar a história da Aline, que foi para Bray com o meu auxílio. Em um belo dia ela me escreveu perguntando sobre minha vida em Bray, assim como muitos de vocês me escrevem. Sugeri para ela que eu poderia fazer a ponte com a escola. Quando a Aline embarcou em janeiro fiquei com o coração na mão, esperando que tudo fosse conforme combinamos.
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No começo a maior dificuldade é o idioma. Na primeira semana foi terrível. Eu não entendia quase nada e tive a sensação de que esqueci tudo que aprendi no Brasil. Aqui em Bray, especialmente, o sotaque é muito forte.

Já na chegada fui muito bem recebida. Um dos funcionários da escola me mostrou a acomodação, carregou minha mala e aguentou eu pedindo várias vezes para ele repetir as frase, afinal a conversa era toda em inglês claro.